Justiça Eleitoral determina devolução de verba de campanha de Zilu Camargo
A ex-candidata a vereadora em São Paulo teve contas rejeitadas e foi notificada a restituir valores ao Tesouro Nacional por irregularidades.
Pontos principais
- A Justiça Eleitoral rejeitou a prestação de contas da campanha de Zilu Camargo, realizada pelo União Brasil em 2024.
- A decisão aponta falhas na comprovação de gastos, incluindo a ausência de assinatura em contrato de prestação de serviços.
- O valor total a ser devolvido ao Tesouro Nacional é de R$ 100 mil, conforme sentença da juíza Cecilia Pinheiro da Fonseca.
- A defesa da ex-candidata recorreu da decisão, argumentando que as irregularidades são formais e não afetam a transparência do processo.
- A campanha movimentou cerca de R$ 1,8 milhão em recursos públicos, com outros gastos de marketing sendo questionados anteriormente.
A Justiça Eleitoral de São Paulo rejeitou a prestação de contas da campanha de Zilu Camargo, que concorreu ao cargo de vereadora nas eleições de 2024 pelo União Brasil. A decisão, proferida pela juíza Cecilia Pinheiro da Fonseca, determinou que a ex-candidata devolva R$ 100 mil ao Tesouro Nacional devido a falhas documentais, especificamente a ausência de assinatura em um contrato de prestação de serviços. A campanha, que movimentou aproximadamente R$ 1,8 milhão em verbas públicas, também enfrentou questionamentos sobre despesas de marketing, embora parte desses valores tenha sido regularizada posteriormente. A defesa de Zilu Camargo já apresentou recurso contra a sentença, sustentando que as inconsistências apontadas são de natureza meramente formal e não comprometem a lisura ou a transparência dos gastos eleitorais realizados durante o pleito.
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