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Shein recebe aval chinês para IPO em Hong Kong e busca US$ 3 bilhões

Após dois anos de tentativas, a varejista obteve autorização regulatória na China para listar suas ações na bolsa de Hong Kong, visando uma captação bilionária.

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Foto: Bloomberg - Markets
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13/07 às 03:02 · atualizado 13:33

Pontos principais

  • A Shein obteve aprovação da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China para seu IPO.
  • A empresa planeja captar entre US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões na oferta pública.
  • A expectativa é que a listagem ocorra a partir do terceiro trimestre de 2026.
  • A varejista busca uma avaliação de mercado superior a US$ 40 bilhões.
  • O processo de abertura de capital ocorre após tentativas frustradas em Nova York e Londres.
  • A companhia tem uma audiência agendada com a bolsa de Hong Kong para discutir os próximos passos.
  • O movimento é monitorado por varejistas globais devido ao impacto competitivo da marca.

A varejista de fast fashion Shein recebeu o sinal verde das autoridades chinesas para avançar com seu processo de abertura de capital na Bolsa de Valores de Hong Kong. A decisão encerra um período de dois anos de incertezas regulatórias e tentativas frustradas de listagem em outros mercados internacionais, como Nova York e Londres. Com a autorização da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China, a empresa agora se prepara para uma oferta que pode captar até US$ 3 bilhões, com o cronograma previsto para o terceiro trimestre de 2026.

A companhia mira uma valuation superior a US$ 40 bilhões, embora enfrente pressões de acionistas para ajustar esse valor para a casa dos US$ 30 bilhões. O sucesso do IPO é visto como um marco estratégico para a expansão global da marca, que lida com desafios crescentes, incluindo a concorrência direta da Temu, mudanças em tarifas comerciais e exigências rigorosas de conformidade. A movimentação é acompanhada com atenção por varejistas ao redor do mundo, dado o peso da Shein no setor de moda online e sua capacidade de influenciar dinâmicas de preços e consumo em diversos mercados, incluindo o brasileiro.

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