Brasil torna-se mercado estratégico para criptografia pós-quântica
Empresa americana Futurex elege o Brasil como polo prioritário para implementar tecnologias de segurança contra ameaças de computadores quânticos.
Pontos principais
- A Futurex aponta o Brasil como mercado-chave para a expansão de soluções de criptografia pós-quântica na América Latina.
- Computadores quânticos podem comprometer os padrões de segurança atuais até 2029.
- A estratégia 'coleta agora e decifra depois' motiva a urgência na proteção de dados sensíveis.
- O mercado global de criptografia quântica deve atingir US$ 12,6 bilhões até 2032.
- A demanda por proteção cresce em setores como finanças, governo e infraestruturas críticas.
O Brasil consolidou-se como um mercado prioritário para a implementação de tecnologias de criptografia pós-quântica, segundo a empresa americana Futurex. A iniciativa visa blindar dados contra a capacidade de processamento de futuros computadores quânticos, que possuem potencial para romper os padrões de segurança vigentes até 2029. Especialistas alertam para a prática de ataques conhecidos como 'coleta agora e decifra depois', em que agentes maliciosos armazenam informações hoje para descriptografá-las futuramente, tornando a atualização dos sistemas uma necessidade urgente para governos e empresas. Com projeções de que o mercado global do setor alcance US$ 12,6 bilhões até 2032, o Brasil destaca-se como um polo estratégico na América Latina, com demanda crescente por proteção em infraestruturas críticas e no setor financeiro, setores que buscam antecipar-se aos riscos tecnológicos da próxima década.
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