Amazon, Google e Microsoft intensificam investimentos em computação quântica, com expectativa de utilidade comercial nos próximos cinco a sete anos.
A computação quântica emergiu como o novo foco estratégico das gigantes de tecnologia, sucedendo a inteligência artificial como a próxima grande fronteira de inovação. Empresas como Amazon, Google e Microsoft estão investindo pesadamente em cronogramas próprios para viabilizar a tecnologia, que utiliza qubits para processar cálculos de alta complexidade inalcançáveis por computadores convencionais. A Amazon, por exemplo, já desenvolveu o chip Ocelot para mitigar erros quânticos, um obstáculo técnico fundamental para a escalabilidade do sistema. A expectativa do setor é que a computação quântica alcance utilidade comercial em um horizonte de cinco a sete anos, com aplicações iniciais focadas em avanços científicos, como a descoberta de novos materiais e inovações no campo da química, prometendo transformar a capacidade de processamento de dados global.
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