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Caminhada rápida na terceira idade reduz risco de declínio cognitivo

Estudo aponta que manter um ritmo acelerado de caminhada após os 80 anos protege o cérebro e previne doenças crônicas em idosos.

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Foto: Época Negócios
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12/07 às 15:01

Pontos principais

  • Idosos com 80 anos ou mais que caminham rápido têm 50% menos chance de desenvolver comprometimento cognitivo.
  • O grupo dos 'supermovimentadores' apresenta menores taxas de depressão, doenças cardíacas e perda auditiva.
  • A velocidade de caminhada desses indivíduos é comparável à de pessoas décadas mais jovens.
  • Especialistas recomendam 30 minutos diários de caminhada a 4,8 km/h para promover a longevidade.

Uma pesquisa publicada na revista Neurology revelou que a velocidade da caminhada na terceira idade é um indicador fundamental de saúde física e cognitiva. O estudo identificou o grupo dos chamados 'supermovimentadores', idosos com 80 anos ou mais que mantêm um ritmo de marcha similar ao de pessoas muito mais jovens. Esses indivíduos demonstraram uma probabilidade 50% menor de sofrer comprometimento cognitivo, além de apresentarem índices reduzidos de depressão, problemas cardíacos e perda auditiva. Segundo os pesquisadores, adotar o hábito de caminhar em ritmo acelerado, preferencialmente em sessões diárias de 30 minutos a uma velocidade de 4,8 km/h, é uma estratégia eficaz para preservar a saúde cerebral e promover um envelhecimento mais saudável. A prática, quando iniciada antes da oitava década de vida, potencializa os benefícios para a longevidade e a manutenção das funções motoras e mentais.

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