Ações dos EUA sobem e petróleo cai com pedidos de auxílio-desemprego estáveis
S&P 500 subiu 0,81% e Nasdaq 1,30%; o Brent caiu 2,5%, a US$76,10, com temores de inflação pesando sobre a demanda.
Pontos principais
- Em 9 de julho, as ações fecharam em alta apesar de novos ataques EUA-Irã: S&P 500 +0,81% (7.543,65), Nasdaq +1,30% (26.206,89), Dow +0,27%.
- Petróleo caiu mais de 2%: Brent -2,5% a US$76,10 e WTI -2,2% a US$71,91, por temores de inflação e desaceleração.
- Pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram a 215.000 na semana até 4 de julho, abaixo do consenso de 218.000.
- Vendas de casas usadas caíram 2,4% em junho, a 4,09 milhões anualizadas, com preços em recorde.
- Operadores elevaram a ~87% a chance de alta de 25 pontos-base do Fed até dezembro, após ata mostrar preocupação com inflação.
As ações dos EUA fecharam em alta na quinta-feira, apesar de novos ataques entre EUA e Irã: o S&P 500 subiu 0,81%, a 7.543,65; a Nasdaq ganhou 1,30%, a 26.206,89; e o Dow avançou 0,27% (139,02 pontos), a 52.487,41, com a queda do petróleo sustentando o humor. O petróleo caiu mais de 2% por temores de que a inflação e uma economia em desaceleração pesem na demanda, mesmo com o conflito EUA-Irã limitando a oferta: o Brent recuou US$1,92 (2,5%), a US$76,10 o barril, e o WTI caiu US$1,61 (2,2%), a US$71,91.
Nos dados, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram para 215.000 na semana encerrada em 4 de julho, abaixo do consenso de 218.000 e dos 217.000 da semana anterior, sinalizando um mercado de trabalho ainda estável. As vendas de casas usadas caíram 2,4% em junho, para uma taxa anualizada de 4,09 milhões, bem abaixo dos 4,20 milhões esperados, enquanto os preços das casas atingiram recorde. Operadores elevaram para cerca de 87% a probabilidade implícita de uma alta de 25 pontos-base na taxa do Federal Reserve até dezembro, após a ata do Fed mostrar crescente preocupação com a inflação.
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