Copa de 2026 projeta receita recorde de R$ 16 bi com ingressos
A FIFA espera arrecadar R$ 16 bilhões com bilheteria em 2026, enquanto enfrenta investigações sobre preços dinâmicos e críticas por altos custos.
Pontos principais
- A receita total da FIFA para o ciclo 2023-2026 é estimada em R$ 66,95 bilhões, um crescimento de 70% em relação ao período anterior.
- A expansão da Copa para 48 seleções e o uso de preços dinâmicos nos ingressos impulsionam a arrecadação recorde.
- Procuradores dos EUA investigam a entidade por possíveis irregularidades na venda de bilhetes e informações imprecisas sobre assentos.
- O salário de Gianni Infantino subiu 29% em 2025, atingindo US$ 6 milhões, em meio a custos administrativos recordes de US$ 254,3 milhões.
A FIFA projeta um ciclo financeiro histórico entre 2023 e 2026, com receitas estimadas em R$ 66,95 bilhões. O aumento é sustentado pela ampliação da Copa do Mundo para 48 seleções e pela implementação de preços dinâmicos nos ingressos, estratégia que gerou polêmica e atraiu investigações de procuradores nos Estados Unidos. As autoridades apuram possíveis irregularidades na comercialização e na transparência sobre a localização dos assentos nos estádios norte-americanos.
Paralelamente ao crescimento das receitas, a gestão de Gianni Infantino enfrenta questionamentos sobre o aumento das despesas administrativas. Em 2025, os custos de governança atingiram o patamar recorde de US$ 254,3 milhões, enquanto o salário do presidente da entidade subiu para US$ 6 milhões. Embora a FIFA defenda que 90% de seus gastos sejam revertidos ao fomento do futebol, a expansão de sua estrutura política e administrativa continua sendo alvo de críticas internas e externas.
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