Salário de Gianni Infantino sobe para US$ 6 milhões na Fifa
Custos administrativos da entidade atingiram recorde de US$ 254,3 milhões em 2025, impulsionados pela expansão da estrutura política da organização.
Pontos principais
- O salário e benefícios de Gianni Infantino cresceram 29% em 2025, totalizando US$ 6 milhões.
- Os custos de governança da Fifa alcançaram o patamar recorde de US$ 254,3 milhões no último ano.
- A estrutura política da entidade cresceu significativamente, passando de sete para 30 comitês permanentes em uma década.
- A Fifa projeta uma arrecadação histórica de US$ 13 bilhões para o ciclo financeiro de 2023 a 2026.
- Despesas administrativas e de governança devem superar a marca de US$ 1 bilhão no ciclo entre 2027 e 2030.
A Fifa registrou um aumento expressivo em seus custos operacionais e de governança durante o ano de 2025. Sob a gestão de Gianni Infantino, a remuneração anual do presidente atingiu US$ 6 milhões, um incremento de 29% em relação ao período anterior. Paralelamente, os gastos administrativos da entidade chegaram a US$ 254,3 milhões, refletindo uma expansão estrutural que elevou o número de comitês permanentes de sete para 30 ao longo da última década. A entidade justifica o cenário afirmando que 90% de suas despesas totais são direcionadas ao fomento do futebol global. Apesar da alta nos custos, a organização mantém projeções otimistas, estimando uma arrecadação recorde de US$ 13 bilhões para o ciclo 2023-2026. Contudo, a previsão para o período de 2027-2030 indica que as despesas administrativas devem ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão, sinalizando um crescimento contínuo na estrutura de gastos da entidade.
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