Ken Griffin financiou contratação de Pochettino para seleção dos EUA
O bilionário da Citadel custeou parte do salário do técnico Mauricio Pochettino para a Copa do Mundo de 2026, visando o desenvolvimento do futebol local.
Pontos principais
- Ken Griffin, CEO da Citadel, arcou com parte dos custos salariais de Mauricio Pochettino na seleção americana.
- A federação de futebol dos EUA não possuía orçamento próprio para cobrir integralmente a contratação do técnico.
- A seleção dos EUA foi eliminada pela Bélgica nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.
- O confronto da eliminação registrou a maior audiência televisiva de futebol na história dos Estados Unidos.
- Griffin possui histórico de filantropia esportiva, incluindo a construção de 100 minicampos em Chicago e Miami.
O bilionário Ken Griffin, fundador da Citadel, foi um dos principais responsáveis pela viabilização técnica da seleção masculina dos Estados Unidos durante a Copa do Mundo de 2026. O empresário financiou parte do salário do treinador Mauricio Pochettino, uma vez que a federação americana não dispunha de recursos suficientes para arcar com o custo sozinha. Além do suporte direto à comissão técnica, Griffin investiu em ações de inclusão, como o financiamento de ingressos e eventos para comunidades carentes, reforçando seu histórico de filantropia esportiva no país. Embora a equipe tenha sido eliminada pela Bélgica nas oitavas de final, o torneio marcou um recorde de audiência televisiva para o esporte no país, evidenciando o crescimento do interesse local. A atuação de Griffin destaca a crescente influência de grandes investidores privados no financiamento de estruturas esportivas nacionais.
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