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Justiça de Limeira solta investigados pela morte em salto de rope jump

A Justiça revogou a prisão temporária de dois homens investigados pela morte de Maria Eduarda de Freitas, citando falta de provas suficientes.

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Foto: InfoMoney
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09/07 às 11:03

Pontos principais

  • A juíza Marcella Caliani determinou a soltura de João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins.
  • A decisão contou com manifestações favoráveis da Polícia Civil e do Ministério Público.
  • Os investigados eram suspeitos de ocultar equipamentos e falhas na operação do salto.
  • A defesa confirmou a liberação de João Antonio após a revogação da medida cautelar.

A Justiça de Limeira, em São Paulo, revogou a prisão temporária de dois homens que eram investigados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, ocorrida durante a prática de rope jump. A decisão da juíza Marcella Caliani baseou-se na insuficiência de provas para manter a custódia dos suspeitos neste estágio das investigações. Tanto a Polícia Civil quanto o Ministério Público manifestaram-se favoravelmente à soltura, indicando que, no momento, não há elementos robustos que justifiquem a continuidade da detenção. João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva, suspeito de ocultar a câmera da vítima, e Gabriel Barros Martins, responsável pela debreagem no salto, foram liberados. O caso segue sob apuração para determinar as responsabilidades técnicas e operacionais que levaram ao acidente fatal, sendo a soltura um desdobramento processual que não encerra o inquérito policial em curso.

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