Justiça de Limeira solta investigados pela morte em salto de rope jump
A Justiça revogou a prisão temporária de dois homens investigados pela morte de Maria Eduarda de Freitas, citando falta de provas suficientes.
Pontos principais
- A juíza Marcella Caliani determinou a soltura de João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins.
- A decisão contou com manifestações favoráveis da Polícia Civil e do Ministério Público.
- Os investigados eram suspeitos de ocultar equipamentos e falhas na operação do salto.
- A defesa confirmou a liberação de João Antonio após a revogação da medida cautelar.
A Justiça de Limeira, em São Paulo, revogou a prisão temporária de dois homens que eram investigados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, ocorrida durante a prática de rope jump. A decisão da juíza Marcella Caliani baseou-se na insuficiência de provas para manter a custódia dos suspeitos neste estágio das investigações. Tanto a Polícia Civil quanto o Ministério Público manifestaram-se favoravelmente à soltura, indicando que, no momento, não há elementos robustos que justifiquem a continuidade da detenção. João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva, suspeito de ocultar a câmera da vítima, e Gabriel Barros Martins, responsável pela debreagem no salto, foram liberados. O caso segue sob apuração para determinar as responsabilidades técnicas e operacionais que levaram ao acidente fatal, sendo a soltura um desdobramento processual que não encerra o inquérito policial em curso.
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