Governo do Rio promete regularizar salários do programa Rio Sem LGBTIfobia
Após pressão na Alerj, governo estadual se compromete a quitar salários atrasados de funcionários do programa de combate à violência contra LGBTIs.
Pontos principais
- Trabalhadores do programa Rio Sem LGBTIfobia enfrentavam atrasos salariais desde abril de 2025.
- O governo justificou a demora citando um decreto que impõe fiscalização rigorosa em contratos superiores a R$ 10 milhões.
- Representantes estaduais admitiram falhas de comunicação e prometeram a regularização dos pagamentos nos próximos dias.
- O programa opera uma rede de 24 equipamentos em todo o estado para atendimento à população LGBTI.
O governo do Rio de Janeiro comprometeu-se a regularizar os salários atrasados dos profissionais do programa Rio Sem LGBTIfobia, após cobranças realizadas durante audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Os trabalhadores relataram a falta de pagamentos integrais desde abril, situação que gerou preocupação entre ativistas e parlamentares sobre a continuidade do serviço. Segundo o Executivo, o atraso decorreu da aplicação de um decreto estadual que exige fiscalização rigorosa em contratos com valores acima de R$ 10 milhões, resultando em entraves burocráticos. Embora o governo tenha reconhecido falhas de comunicação e prometido a normalização dos repasses, ainda não há uma definição sobre a convocação de novos aprovados em processo seletivo realizado em 2025. O programa é fundamental para a rede de proteção estadual, mantendo 24 equipamentos voltados ao combate à violência e ao suporte à população LGBTI.
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