Cesta básica sobe em 17 capitais brasileiras durante o mês de junho
O custo dos alimentos essenciais aumentou na maioria das capitais, com o feijão liderando a alta devido a fatores climáticos e redução de safra.
Pontos principais
- O custo da cesta básica subiu em 17 capitais, com destaque para Boa Vista, Palmas, Rio Branco e Porto Alegre.
- São Paulo registrou a cesta mais cara do país em junho, alcançando o valor de R$ 965,47.
- O feijão foi o principal responsável pelo aumento dos preços, pressionado por problemas climáticos e menor área cultivada.
- Todas as capitais brasileiras acumularam alta no preço dos alimentos ao longo do primeiro semestre de 2025.
- O Dieese estima que o salário mínimo necessário para cobrir as necessidades básicas de uma família deveria ser de R$ 8.110,92.
O custo da cesta básica registrou alta em 17 capitais brasileiras no mês de junho, consolidando uma tendência de encarecimento dos alimentos observada ao longo de todo o primeiro semestre de 2025 em todas as regiões do país. O levantamento, realizado pelo Dieese, aponta que o feijão foi o principal motor da inflação alimentar, impactado por condições climáticas adversas e pela redução da área destinada ao cultivo. Outros itens essenciais, como arroz, carne e leite, também contribuíram para a pressão sobre o orçamento das famílias. São Paulo manteve o posto de capital com a cesta mais cara, custando R$ 965,47. Diante desse cenário, o Dieese reforça a disparidade entre o poder de compra atual e o valor necessário para suprir as necessidades básicas, estimado em R$ 8.110,92, evidenciando o impacto direto da inflação dos alimentos no custo de vida da população.
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