Daily Journal
Daily Journal

Anvisa alerta que canetas emagrecedoras do Paraguai não são equivalentes

Agência reforça que produtos contrabandeados não possuem estudos de segurança e eficácia exigidos para medicamentos registrados no Brasil.

Daily Journal
Foto: InfoMoney
||
08/07 às 19:02

Pontos principais

  • Anvisa desmentiu boatos de que testes laboratoriais teriam comprovado a equivalência entre produtos irregulares e medicamentos autorizados.
  • Estudos de bioequivalência e biodisponibilidade, essenciais para a segurança, não foram realizados nas amostras citadas.
  • O CIATox, responsável pelas análises mencionadas, não possui credenciamento para atestar a qualidade de medicamentos.
  • Produtos contrabandeados apresentam riscos como contaminação e falta de esterilidade, ausentes em itens com registro sanitário.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um comunicado oficial para desmentir informações que circulavam sobre a suposta equivalência entre as chamadas "canetas do Paraguai" e os medicamentos emagrecedores autorizados no Brasil. Segundo a agência, testes laboratoriais isolados não substituem os rigorosos estudos de bioequivalência e biodisponibilidade exigidos para o registro sanitário. A Anvisa esclareceu que o CIATox, laboratório citado em alegações de equivalência, não possui credenciamento para esse tipo de avaliação técnica. A comercialização de produtos sem registro omite etapas fundamentais de controle de qualidade, expondo consumidores a riscos graves, como contaminação e falta de esterilidade. A agência reforça que apenas medicamentos devidamente registrados no país garantem a segurança, a eficácia e a procedência necessárias para o uso clínico, desencorajando o consumo de itens contrabandeados.

Comentários

Carregando comentários...