Anthropic nega riscos de segurança no Claude Code após alerta da China
A Anthropic refutou acusações chinesas de vulnerabilidades no Claude Code, afirmando que a ferramenta não é autorizada para uso no mercado local.
Pontos principais
- O governo chinês classificou o Claude Code como ameaça à segurança, alegando riscos de 'backdoor' e coleta indevida de dados.
- Autoridades chinesas apontaram mecanismos de monitoramento em versões do software lançadas entre abril e junho.
- A Anthropic esclareceu que os códigos citados eram experimentos para prevenir o uso indevido de contas e proteger modelos.
- A Alibaba proibiu o uso de ferramentas da Anthropic internamente, incentivando a adoção de seu próprio assistente, o Qoder.
- O impasse reflete a crescente tensão geopolítica e a disputa pela liderança em inteligência artificial entre EUA e China.
A Anthropic respondeu formalmente às novas acusações do governo chinês, que classificou a ferramenta de codificação Claude Code como uma ameaça à segurança nacional. O Banco de Dados Nacional de Vulnerabilidades da China alegou a existência de riscos de 'backdoor' e monitoramento não autorizado em versões do software entre abril e junho. Em resposta, a empresa americana negou as falhas, justificando que os códigos identificados faziam parte de experimentos para impedir o uso indevido de contas e proteger seus modelos contra a extração de dados. A empresa reiterou que o produto não possui suporte ou autorização para operação no mercado chinês. Em meio a essa disputa, a Alibaba proibiu o uso de ferramentas da Anthropic por seus funcionários, promovendo internamente o seu próprio assistente, o Qoder. O episódio evidencia a escalada das tensões tecnológicas e a fragmentação do mercado global de IA.
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