Investidores buscam proteção em ações de WEG e Embraer
Em meio à volatilidade do mercado brasileiro, investidores priorizam ativos com forte exposição global e execução sólida.
Pontos principais
- WEG e Embraer são vistas como pilares de estabilidade e resiliência por analistas do Santander.
- Embraer registra desempenho comercial robusto com aumento nas entregas durante o segundo trimestre de 2026.
- Ações da Rumo enfrentam incertezas após o Grupo Ultra desistir de aquisição e suspensão na Malha Oeste.
- GPS retoma expansão inorgânica ao comprar 65% do Grupo Aster.
- Resultados da Localiza geram cautela no mercado devido à desvalorização de ativos usados.
Diante de um cenário de volatilidade no mercado brasileiro, investidores têm direcionado seus aportes para empresas com forte presença internacional e histórico de execução sólida. Relatório recente do Santander aponta que a WEG e a Embraer se consolidaram como refúgios de resiliência, mantendo a confiança do mercado apesar das oscilações macroeconômicas. Enquanto a Embraer se destaca pelo crescimento consistente nas entregas do segundo trimestre de 2026, a WEG permanece como um pilar de estabilidade, mesmo com ajustes pontuais em suas projeções de Ebitda. Por outro lado, o setor de infraestrutura e serviços apresenta movimentos distintos: a Rumo lida com incertezas operacionais e societárias, enquanto a GPS sinaliza retomada de crescimento inorgânico com a compra de 65% do Grupo Aster. O mercado também monitora de perto a Localiza, cujos resultados financeiros seguem sob debate devido ao impacto da desvalorização de sua frota de veículos usados.
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