Bancos mantêm recomendação de compra para Embraer após queda nas ações
Goldman Sachs e Santander reiteram otimismo com a Embraer, citando potencial de margem e crescimento, apesar da desvalorização recente dos papéis.
Pontos principais
- As ações da Embraer caíram 11,45% após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026.
- Analistas do Goldman Sachs, Santander e XP mantêm recomendação de compra para o ativo.
- A empresa projeta atingir US$ 10 bilhões em vendas até 2028.
- A desvalorização atual coloca a companhia com um desconto de 39% frente aos seus pares globais.
- A administração atribuiu a pressão nas margens do 1T26 a fatores pontuais, como contratos antigos e tarifas na aviação executiva.
Após a queda de 11,45% nas ações da Embraer (EMBJ3) no rastro dos resultados do primeiro trimestre de 2026, instituições financeiras como Goldman Sachs, Santander e XP Investimentos mantiveram suas recomendações de compra para o papel. Analistas destacam que a desvalorização recente criou um ponto de entrada atrativo, ressaltando que a empresa negocia atualmente com um desconto de 39% em relação aos seus principais concorrentes globais. A tese de investimento permanece ancorada na expectativa de expansão das margens e na melhora do fluxo de caixa ao longo do ano. Segundo a administração da companhia, os resultados mais fracos do início do ano foram impactados por fatores pontuais, como a entrega de aeronaves com preços defasados e custos na aviação executiva. A empresa mantém a meta ambiciosa de alcançar US$ 10 bilhões em vendas até 2028, impulsionada pelo crescimento no segmento de defesa.
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