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China liberta pastor após pedido direto de Donald Trump

O governo chinês soltou o pastor Ezra Jin Mingri, meses após o presidente Donald Trump interceder pelo caso junto ao líder Xi Jinping.

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Foto: NYTimes World
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05/07 às 06:01 · atualizado 13:31

Pontos principais

  • O pastor Ezra Jin Mingri foi libertado pelas autoridades chinesas após estar detido desde outubro do ano passado.
  • A soltura ocorreu menos de dois meses após o presidente Donald Trump solicitar pessoalmente a liberação a Xi Jinping.
  • O pedido foi realizado durante uma reunião diplomática bilateral entre os dois líderes em maio.
  • O caso de Jin era um ponto de atenção para defensores da liberdade religiosa, dado seu papel como líder de uma igreja subterrânea.
  • A medida é interpretada como um desdobramento das negociações diplomáticas entre Washington e Pequim sobre direitos humanos.

O governo chinês libertou o pastor protestante Ezra Jin Mingri, fundador de uma proeminente igreja subterrânea no país. A soltura ocorreu poucas semanas após o presidente Donald Trump interceder diretamente pelo caso em uma reunião bilateral com o líder chinês Xi Jinping, realizada em maio. O pastor estava sob custódia das autoridades desde outubro do ano passado, como parte de uma repressão mais ampla contra grupos religiosos na China.

A libertação é vista por analistas como um gesto diplomático significativo, destacando a estratégia de negociação direta adotada pelo governo Trump em questões de direitos humanos. Embora o governo chinês não tenha fornecido detalhes imediatos sobre as condições da soltura, o caso de Jin era monitorado de perto por defensores da liberdade religiosa internacional. A resolução do episódio marca um ponto de tensão atenuado nas relações entre Washington e Pequim, evidenciando como temas de direitos individuais continuam a permear as negociações de alto nível entre as duas potências.

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