Logística reversa de embalagens de defensivos evita multas e contaminação
O descarte correto de embalagens agrícolas é obrigatório por lei e essencial para a sustentabilidade e a prevenção de multas de até R$ 96 mil.
Pontos principais
- A logística reversa de embalagens de defensivos é obrigatória no Brasil desde 2002.
- O Sistema Campo Limpo coordena a responsabilidade compartilhada entre produtores, revendas e fabricantes.
- Etapas como a tríplice lavagem e a perfuração das embalagens são exigências legais antes do descarte.
- Cerca de 93% das embalagens coletadas pelo InpEV são recicladas em novos produtos.
- Produtores que descumprem as normas de descarte estão sujeitos a multas de até R$ 96 mil.
A gestão adequada de embalagens de defensivos agrícolas é um pilar fundamental para a sustentabilidade no campo brasileiro. Desde 2002, a legislação exige que produtores, revendas e fabricantes atuem de forma compartilhada na logística reversa desses materiais, visando evitar a contaminação do solo e dos recursos hídricos. O processo é operacionalizado pelo Sistema Campo Limpo, que garante que os resíduos recebam o tratamento correto. Antes da entrega, o agricultor deve realizar a tríplice lavagem e a perfuração das embalagens, procedimentos que asseguram a segurança no manuseio. Atualmente, o InpEV recicla cerca de 93% do material coletado, transformando-o em novos produtos, como tubos de PVC. Além do benefício ambiental, a conformidade é uma necessidade financeira, visto que o descarte irregular pode resultar em multas severas, que alcançam o valor de R$ 96 mil.
Comentários
Carregando comentários...
