Procurador Pedro Jorge de Melo e Silva entra no Livro dos Heróis
O procurador assassinado em 1982 após denunciar o Escândalo da Mandioca foi homenageado com a inclusão de seu nome no Livro dos Heróis da Pátria.
Pontos principais
- A inclusão foi oficializada pela Lei 15.446/26, publicada no Diário Oficial da União.
- Pedro Jorge de Melo e Silva foi morto em 1982 por investigar fraudes contra o Banco do Brasil.
- O esquema, conhecido como Escândalo da Mandioca, envolvia o recebimento indevido de seguros agrícolas.
- A homenagem é fruto de um projeto de lei de autoria da senadora Teresa Leitão (PT-PE).
- O Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria está situado no Panteão da Pátria, em Brasília.
O procurador da República Pedro Jorge de Melo e Silva teve seu nome oficialmente inscrito no Livro dos Heróis e das Heroínas da Pátria, conforme estabelece a Lei 15.446/26. A homenagem reconhece a trajetória do magistrado, assassinado em 1982 em decorrência de sua atuação no combate à corrupção. Na época, Pedro Jorge investigava o chamado Escândalo da Mandioca, um esquema de fraudes contra o Banco do Brasil que envolvia o recebimento indevido de seguros agrícolas por produtores rurais. O projeto que resultou na inclusão do nome no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, em Brasília, foi proposto pela senadora Teresa Leitão (PT-PE). A medida simboliza o reconhecimento do Estado brasileiro ao legado de integridade e coragem do procurador, cujo trabalho investigativo expôs irregularidades que marcaram a história política do país na década de 1980.
Comentários
Carregando comentários...
