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Ex-gerente acusa Wisk Aero, subsidiária da Boeing, de retaliação

Um ex-funcionário alega ter sido demitido após denunciar que a empresa apressou testes de software em voos de 2025 por pressão de prazos.

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Foto: TechCrunch
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02/07 às 14:35

Pontos principais

  • A Wisk Aero, empresa de aviação autônoma controlada pela Boeing, é alvo de denúncia por suposta retaliação trabalhista.
  • O ex-gerente de software afirma que a companhia priorizou cronogramas em detrimento de protocolos de segurança.
  • As irregularidades teriam ocorrido durante a preparação de um voo de teste realizado em 2025.
  • A Wisk Aero nega as acusações e defende a integridade de seus processos de desenvolvimento tecnológico.

A Wisk Aero, subsidiária da Boeing focada em aviação autônoma, enfrenta alegações de má conduta após um ex-gerente de software denunciar retaliação por parte da empresa. Segundo o relato, o profissional foi demitido após levantar preocupações sobre a segurança de voos de teste realizados em 2025, alegando que a companhia teria acelerado etapas críticas de desenvolvimento para cumprir prazos internos. O caso coloca em xeque a cultura de segurança dentro da subsidiária, em um momento em que a indústria de aeronaves autônomas está sob escrutínio rigoroso. Em resposta, a Wisk Aero negou as irregularidades, afirmando que seus procedimentos de engenharia seguem padrões rigorosos e que as decisões de desenvolvimento priorizam a segurança operacional acima de qualquer meta comercial ou cronograma.

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