A WiseTech, empresa de software de logística listada na Bolsa de Valores da Austrália, iniciou um processo de reestruturação que resultou no corte de quase 2.000 funcionários, o equivalente a 30% de sua força de trabalho global. A companhia justificou a medida apontando a necessidade de adaptação aos recentes avanços em inteligência artificial, que impactaram a eficiência operacional da organização. A empresa mantém operações em 40 países e busca otimizar sua estrutura diante das novas tecnologias. O processo de desligamento gerou controvérsias internas, especialmente na China, onde funcionários relataram a omissão de referências à inteligência artificial em seus e-mails de notificação. Segundo relatos, a exclusão do termo teria sido uma estratégia para evitar riscos legais em processos judiciais no país, evidenciando as complexidades regulatórias enfrentadas por empresas globais ao implementar cortes de pessoal baseados em automação.
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