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Relatório revela métodos da polícia chinesa para rastrear criptomoedas

Documento técnico detalha ferramentas avançadas usadas por autoridades da China para identificar e apreender ativos digitais em atividades ilícitas.

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Foto: SCMP - China
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01/07 às 11:06

Pontos principais

  • Autoridades chinesas utilizam tecnologias forenses sofisticadas para monitorar transações em redes como Bitcoin e Ethereum.
  • O uso de criptomoedas é proibido na China desde 2021, mas o governo intensificou o combate a stablecoins e tokenização.
  • As ferramentas permitem o rastreamento, congelamento e apreensão de ativos digitais vinculados a crimes financeiros.
  • Criminosos mantêm o uso de criptoativos para lavagem de dinheiro e golpes, desafiando as restrições regulatórias do país.

Um relatório técnico recente trouxe à tona as capacidades forenses avançadas empregadas pela polícia chinesa para combater o uso ilegal de criptomoedas. Apesar da proibição rigorosa imposta pelo governo desde 2021, que veda a circulação e negociação de ativos digitais, as autoridades desenvolveram métodos especializados para rastrear transações em redes públicas como Bitcoin e Ethereum. O foco das investigações tem se expandido para incluir o monitoramento de stablecoins e a tokenização de ativos reais, visando desmantelar esquemas de lavagem de dinheiro e fraudes financeiras. A existência dessas ferramentas destaca a persistência do mercado paralelo de criptoativos no país e a determinação estatal em manter o controle sobre o fluxo de capitais digitais. O avanço tecnológico das forças de segurança chinesas reflete um esforço contínuo para neutralizar o uso de tecnologias descentralizadas em atividades criminosas, mesmo em um ambiente de proibição total.

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