O ministro Bruno Moretti citou a volatilidade do mercado internacional como entrave para novos leilões e reafirmou o compromisso com a meta fiscal.
O governo federal descartou a retomada imediata dos leilões de petróleo, citando a volatilidade do mercado internacional como o principal fator de risco. Segundo o ministro Bruno Moretti, a instabilidade nos preços do barril tipo Brent exige cautela na gestão das contas públicas, levando a equipe econômica a manter projeções conservadoras para as receitas tributárias, fixadas em R$ 3 bilhões para o setor. A decisão reflete o foco da gestão em garantir a estabilidade das metas fiscais vigentes. Paralelamente, o Executivo estuda a implementação de ajustes regulatórios e possíveis subvenções para o preço da gasolina, visando mitigar impactos inflacionários. A manutenção do cronograma de leilões segue condicionada a um cenário de maior previsibilidade econômica global, reafirmando a estratégia de austeridade adotada pela equipe econômica para o cumprimento das metas estabelecidas.
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