Quatro pessoas morrem durante celebrações da seleção mexicana
O número de vítimas fatais por asfixia durante as celebrações da vitória do México na Copa do Mundo subiu para quatro, confirmam autoridades locais.
Pontos principais
- O incidente ocorreu após a vitória do México sobre o Equador por 2 a 0, encerrando um jejum de 40 anos em mata-matas.
- Autoridades de saúde confirmaram que o número de mortes por asfixia subiu para quatro pessoas.
- As vítimas identificadas tinham 19, 44 e 48 anos de idade.
- Mais de um milhão de pessoas se reuniram em pontos críticos como o Anjo da Independência e o Paseo de la Reforma.
- A prefeita Clara Brugada lamentou as fatalidades e solicitou cautela aos torcedores nas celebrações.
- O governo local segue investigando as circunstâncias que levaram ao tumulto durante o evento esportivo.
As celebrações pela classificação da seleção mexicana para as oitavas de final da Copa do Mundo terminaram em tragédia na Cidade do México. Após a vitória da equipe nacional sobre o Equador por 2 a 0, que marcou o fim de um jejum de 40 anos sem triunfos em jogos de mata-mata, mais de um milhão de torcedores tomaram as ruas da capital na última terça-feira. A euforia resultou em aglomerações intensas que culminaram em fatalidades por asfixia, concentradas principalmente nas proximidades do monumento Anjo da Independência e do Paseo de la Reforma. Inicialmente reportado com três vítimas, o balanço oficial das autoridades de saúde foi atualizado para quatro mortes confirmadas por asfixia, envolvendo pessoas de 19, 44 e 48 anos. Diante da gravidade do episódio, a prefeita da Cidade do México, Clara Brugada, manifestou pesar pelas mortes e fez um apelo público por cautela e segurança durante as festividades esportivas. O governo local continua investigando as circunstâncias exatas que levaram ao tumulto fatal, embora detalhes adicionais sobre a dinâmica específica das mortes ainda não tenham sido divulgados. O caso levanta preocupações sobre a gestão de multidões em eventos de grande escala, evidenciando os riscos associados à aglomeração excessiva em celebrações públicas no país.
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