B3 busca ampliar liquidez no mercado secundário de crédito privado
A bolsa brasileira planeja introduzir formadores de mercado e viabilizar ETFs ativos para impulsionar a negociação de ativos de crédito.
Pontos principais
- A B3 implementará formadores de mercado na plataforma Trademade para aumentar a liquidez do crédito privado.
- O mercado secundário de crédito movimenta atualmente cerca de R$ 8 bilhões por dia no Brasil.
- A bolsa negocia com a CVM a autorização para a oferta de ETFs ativos no mercado local.
- A Leto Capital prepara o lançamento de um ETF de crédito lastreado no índice IDEX.
- Uma nova plataforma de dados automatizados será lançada pela Leto para centralizar preços e reduzir riscos.
A B3 está estruturando uma série de iniciativas para elevar a liquidez do mercado secundário de crédito privado, que hoje movimenta aproximadamente R$ 8 bilhões diários no país. A estratégia central envolve a introdução de formadores de mercado na plataforma Trademade, visando facilitar a negociação de ativos. Paralelamente, a bolsa mantém conversas com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para viabilizar a oferta de ETFs ativos no mercado brasileiro. O movimento ganha tração com a iniciativa da Leto Capital, que prepara o lançamento de um ETF baseado no índice IDEX, oferecendo uma alternativa às LFTs como garantia. Além disso, a Leto está desenvolvendo uma plataforma de dados automatizados para centralizar informações de preços, medida que busca reduzir a assimetria de informações e mitigar riscos de mercado para os investidores.
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