Justiça dos EUA mantém processo contra Meta por vício de menores em redes
Juíza federal negou pedido da Meta para arquivar ação de 29 estados que acusa a empresa de prejudicar a saúde mental de crianças e adolescentes.
Pontos principais
- A magistrada Yvonne Gonzalez Rogers manteve acusações de práticas enganosas e violações de privacidade infantil contra a Meta.
- O processo alega que o design do Facebook e Instagram gera dependência e danos à saúde mental de menores.
- A Meta sustenta que o vício em redes sociais não é uma condição psiquiátrica reconhecida e nega direcionar plataformas a crianças.
- A justiça concedeu julgamento sumário favorável aos estados sobre a falha da empresa em obter consentimento parental.
- O julgamento das ações movidas por estados como Califórnia e Nova Jersey está marcado para 18 de agosto.
Uma juíza federal dos Estados Unidos negou o pedido da Meta para encerrar um processo movido por 29 estados americanos. A ação judicial acusa a empresa de projetar o Facebook e o Instagram com recursos que induzem a dependência e prejudicam a saúde mental de crianças e adolescentes. Embora a Meta argumente que o vício em redes sociais não é uma condição psiquiátrica validada e que suas plataformas não são voltadas ao público infantil, a magistrada Yvonne Gonzalez Rogers manteve as acusações de práticas enganosas e violações de privacidade. Além disso, a decisão concedeu um julgamento sumário favorável aos estados no que diz respeito à ausência de consentimento parental adequado. O caso, que representa um desafio significativo ao modelo de negócios da companhia, tem julgamento agendado para o dia 18 de agosto.
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