O general Kainerugaba lidera uma onda de prisões de ativistas e políticos, enquanto o governo restringe a liberdade de imprensa no país.
O governo de Uganda intensificou significativamente a repressão contra vozes dissidentes sob a liderança do general Kainerugaba, chefe do exército e filho do presidente. A ofensiva inclui a prisão de figuras políticas proeminentes, como o líder da oposição Kizza Besigye, que deve comparecer ao tribunal nesta terça-feira ao lado de seu advogado. Paralelamente, as autoridades restringiram o acesso à informação ao fechar o principal grupo de mídia independente do país no último fim de semana. Essas ações marcam um endurecimento do controle político e uma redução drástica das liberdades civis no país. A situação tem gerado alertas na comunidade internacional, que observa com preocupação o uso das forças de segurança para silenciar críticos e consolidar o poder estatal em um momento de crescente instabilidade política.
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