A operação militar em Kampala interrompeu as atividades do maior grupo de mídia do país, gerando críticas de observadores internacionais.
O chefe do exército de Uganda, Muhoozi Kainerugaba, ordenou o fechamento da sede do maior grupo de mídia do país, localizado em Kampala. A operação militar resultou na interrupção imediata das atividades dos principais veículos de comunicação da rede, provocando forte reação negativa de organizações e observadores internacionais que monitoram a liberdade de imprensa na região. Kainerugaba, que é filho do atual presidente Yoweri Museveni, é amplamente apontado como o sucessor político de seu pai no comando do país. A ação ocorre em um momento de crescente tensão política em Uganda, onde o debate sobre a sucessão presidencial tem gerado instabilidade. Analistas apontam que o fechamento do grupo de mídia reflete a pressão sobre o espaço democrático e o controle exercido pelas forças de segurança sobre o discurso público no país.
28 jun, 07:02
15 jun, 18:02
27 mai, 12:45
18 mai, 03:32
1 mai, 09:05
Carregando comentários...