Instituição multilateral encerrará novos financiamentos ao país asiático, atendendo a pressões de longa data do governo de Donald Trump.
O Banco Mundial anunciou o fim gradual de novos empréstimos para a China, encerrando um ciclo de financiamento que vinha sendo alvo de críticas intensas por parte dos Estados Unidos. A decisão atende a pressões exercidas pela administração do presidente Donald Trump, que argumentava que a China, como segunda maior economia do mundo, não deveria mais ser beneficiária de recursos destinados ao desenvolvimento global. Esta mudança marca uma alteração significativa na estratégia da instituição multilateral e reflete o cenário de tensões geopolíticas e comerciais entre as duas potências. A medida visa reavaliar o papel da China no sistema financeiro internacional, forçando uma adaptação nas relações entre o país asiático e as organizações de desenvolvimento global, em um momento em que a influência econômica chinesa é vista com crescente cautela por Washington.
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