Seara projeta que produtos de valor agregado representem 60% da receita suína
A marca da JBS busca elevar a participação de itens premium no faturamento de carne suína até 2027 com foco em capacitação do varejo.
Pontos principais
- A Seara pretende elevar a fatia de produtos de maior valor agregado na receita de carne suína de 49% para 60% até 2027.
- O programa 'Açougue Suínos Seara Reserva' foi ampliado para mais de 1.300 lojas, focando em consultoria técnica e redução de perdas.
- A estratégia visa combater a informalidade no setor, onde 80% das vendas de carne suína ainda ocorrem sem identificação de marca.
- A empresa aposta na oferta de cortes porcionados e temperados, alinhada à projeção de consumo per capita de 19,5 quilos em 2026.
A Seara, marca controlada pela JBS, anunciou uma nova fase de sua estratégia voltada ao mercado de carne suína, com o objetivo de elevar a participação de produtos de maior valor agregado para 60% da receita da categoria até 2027. Atualmente, esse segmento representa 49% do faturamento. Para sustentar o crescimento, a companhia expandiu o programa 'Açougue Suínos Seara Reserva' para mais de 1.300 pontos de venda, oferecendo consultoria técnica para profissionalizar o varejo e reduzir perdas operacionais. A iniciativa busca combater a informalidade do setor, onde 80% das vendas ainda ocorrem sem marca, enquanto a empresa amplia a oferta de cortes porcionados e prontos para o preparo. A estratégia alinha-se à expectativa de aumento no consumo per capita de carne suína no Brasil, que deve atingir 19,5 quilos em 2026, com presença consolidada em 93% dos lares brasileiros.
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