O país consolidou uma frente nacional para desenvolver satélites operando abaixo de 300 quilômetros, visando aplicações comerciais e científicas.
A China oficializou a criação de uma aliança industrial dedicada ao avanço da tecnologia de órbita terrestre muito baixa (VLEO). A medida ocorre após o sucesso de testes em que satélites chineses demonstraram capacidade de manter operações sustentadas em altitudes inferiores a 300 quilômetros. O movimento reflete um esforço estratégico para consolidar o domínio do país em infraestruturas espaciais, impulsionando tanto aplicações comerciais quanto científicas. A nova aliança deve fomentar o ecossistema de inovação, atraindo investimentos crescentes para startups especializadas em sistemas de propulsão e tecnologias de suporte para órbita baixa. Com essa estrutura, o setor busca otimizar a eficiência das missões espaciais e reduzir custos operacionais, posicionando a China como um player central na exploração e utilização comercial do espaço próximo à Terra.
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