Dados oficiais mostram queda drástica no número de cães criados para consumo humano antes da proibição total da prática prevista para 2027.
A Coreia do Sul enfrenta um impasse ético e logístico com a proximidade da proibição da indústria de carne canina, que entrará em vigor em fevereiro de 2027. Dados governamentais revelam que a população de cães criados para consumo despencou de 450 mil para apenas 20 mil em menos de um ano. A ausência de um sistema de rastreamento eficaz para esses animais levanta preocupações entre ativistas, que suspeitam de sacrifícios em massa diante da falta de registros de adoção. Enquanto o governo tenta mitigar o impacto econômico oferecendo compensações financeiras aos produtores, ex-criadores denunciam a medida como uma ameaça à sua subsistência. A transição marca o fim de uma indústria que operou por décadas em um vácuo regulatório, uma vez que cães nunca foram oficialmente classificados como gado no país.
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