Gestora critica política fiscal brasileira e reforça otimismo com o setor de tecnologia nos Estados Unidos em sua carta de maio de 2026.
Em sua carta de maio de 2026, a gestora Adam Capital apresentou uma visão cautelosa sobre o cenário econômico brasileiro, argumentando que o crescimento atual do país é sustentado por estímulos fiscais em detrimento da produtividade. Seguindo os preceitos da Escola Austríaca, a instituição prioriza alocações em empresas com forte geração de caixa para enfrentar o ambiente de juros altos. Em contrapartida, a gestora mantém um posicionamento otimista em relação à economia dos Estados Unidos, destacando a liderança tecnológica e a resiliência da demanda agregada americana como pilares para seus investimentos. Essa estratégia reflete uma alocação tática comprada em tecnologia dos EUA e dólar, enquanto mantém posições vendidas no Ibovespa e no euro. A visão da Adam Capital se destaca no mercado financeiro por divergir das projeções de outras instituições, como BTG e UBS, que preveem um dólar mais fraco no médio prazo.
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