CEO da NYK alerta que tráfego marítimo no Estreito de Ormuz seguirá reduzido pela metade devido à presença de minas na região.
A presença de minas marítimas no Estreito de Ormuz continua a restringir severamente o fluxo de embarcações, conforme alertou Takaya Soga, CEO da gigante de navegação NYK. Segundo o executivo, as rotas seguras disponíveis permanecem limitadas, mantendo o tráfego marítimo em cerca de 50% dos níveis observados antes do início do conflito. A expectativa é que esse cenário de instabilidade logística persista por vários meses, gerando preocupações sobre o impacto prolongado nas cadeias de suprimentos globais. Como uma artéria vital para o transporte de petróleo e gás mundial, qualquer interrupção prolongada no Estreito de Ormuz representa um risco significativo para a estabilidade dos mercados energéticos internacionais, forçando empresas de logística a operarem sob condições de alta incerteza e custo operacional elevado.
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