Registros do Departamento de Justiça dos EUA revelam que Jeffrey Epstein armazenou esperma em um banco de criopreservação antes de sua morte em 2019.
Documentos recém-revelados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos indicam que o financiador Jeffrey Epstein, falecido em 2019, mantinha material genético armazenado em um banco de criopreservação. Os registros e e-mails obtidos pelas autoridades apontam que Epstein deixou instruções explícitas para que o banco não descartasse o material após a sua morte. A descoberta faz parte de um conjunto mais amplo de arquivos liberados recentemente, que detalham aspectos das atividades e da gestão do patrimônio do empresário. A revelação levanta novas questões sobre o legado de Epstein, que morreu sob custódia enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o destino final do material ou se houve qualquer tentativa de utilização do mesmo após o falecimento do financiador.
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