O número de vítimas fatais cresce na Venezuela enquanto especialistas alertam para a queda drástica nas chances de sobrevivência sob escombros.
A Venezuela enfrenta uma crise humanitária de grandes proporções após terremotos devastadores que resultaram em 920 mortes confirmadas e deixaram aproximadamente 50 mil pessoas desaparecidas. Equipes de resgate operam sob pressão, uma vez que as chances de localizar sobreviventes sob os escombros diminuem drasticamente após o sétimo dia, reduzindo-se a cerca de 5%. Especialistas destacam que a sobrevivência em cenários de desastre depende de variáveis críticas, como o acesso a bolsões de ar e a manutenção da hidratação. A falta de água é apontada como o fator mais perigoso para a falência orgânica imediata, sendo agravada por condições climáticas adversas. O perfil das vítimas, como idade e condição física, também influencia a resistência, sendo que crianças possuem maior probabilidade de sobrevivência devido ao porte físico reduzido.
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