Justiça dos EUA exige que o Departamento de Justiça divulgue arquivos completos sobre Jeffrey Epstein ou justifique a retenção até 2 de julho.
Um juiz federal ordenou que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) forneça versões sem edições de documentos relacionados ao caso Jeffrey Epstein. A decisão atende a uma ação judicial movida pela analista jurídica Katie Phang, que contesta a retenção de informações cruciais, como nomes de supostos co-conspiradores e detalhes específicos sobre os abusos cometidos. Embora o governo já tenha liberado cerca de 3,5 milhões de páginas, a autora da ação argumenta que a censura atual impede a transparência necessária sobre o caso. Entre os documentos sob sigilo, constariam menções ao presidente Donald Trump em depoimentos de uma vítima sobre eventos ocorridos na década de 1980. O presidente nega qualquer irregularidade ou envolvimento nas atividades de Epstein. O governo tem até o dia 2 de julho para cumprir a ordem ou apresentar justificativas legais para a continuidade do sigilo.
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