Jornalista recorre à Suprema Corte dos EUA para proteger fontes
Catherine Herridge busca anular multa diária de US$ 800 aplicada por se recusar a revelar fontes confidenciais de reportagens de 2017.
Pontos principais
- A jornalista enfrenta uma multa diária de US$ 800 por desacato civil desde que se recusou a identificar suas fontes.
- O caso envolve uma série de reportagens investigativas publicadas por Herridge em 2017, durante seu período na Fox News.
- O Tribunal de Apelações do Distrito de Columbia negou o pedido de suspensão da penalidade imposta pelo juiz Christopher R. Cooper.
- A defesa da jornalista apela à Suprema Corte como última instância para reverter a decisão e proteger o sigilo profissional.
A jornalista investigativa Catherine Herridge solicitou a intervenção da Suprema Corte dos Estados Unidos para evitar o pagamento de uma multa diária de US$ 800. A penalidade foi imposta por desacato civil após a repórter se recusar a revelar fontes confidenciais utilizadas em uma série de reportagens publicadas em 2017, quando ainda atuava pela Fox News. O Tribunal de Apelações do Distrito de Columbia manteve a decisão do juiz Christopher R. Cooper, negando o pedido de suspensão da multa.
Este caso é acompanhado de perto por organizações de imprensa, sendo visto como um teste fundamental para a proteção do sigilo de fontes no sistema judiciário americano. A defesa de Herridge argumenta que a obrigatoriedade de identificar informantes compromete a liberdade de imprensa e a capacidade de realizar jornalismo investigativo, buscando agora uma reversão definitiva nas instâncias superiores.
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