Governo britânico refuta alegações de autoridade dos EUA sobre prisões
Londres rejeitou declarações de uma autoridade do governo Trump que sugeriu a existência de prisões em massa por liberdade de expressão no país.
Pontos principais
- Sarah B Rogers, do Departamento de Estado dos EUA, afirmou que o Reino Unido detém milhares de pessoas por questões de liberdade de expressão.
- O governo britânico classificou as declarações como infundadas e refutou formalmente as acusações.
- Parlamentares britânicos acusaram Rogers de disseminar teorias da conspiração e retórica de extrema-direita em conferência.
- A fala da autoridade americana incluiu referências controversas a incidentes específicos, como a morte de Henry Nowak.
O governo britânico refutou formalmente as alegações feitas por Sarah B Rogers, autoridade do Departamento de Estado dos EUA, que afirmou haver prisões em massa no Reino Unido motivadas por questões de liberdade de expressão. A declaração, feita durante uma conferência em Londres, foi prontamente classificada como infundada por Downing Street. Parlamentares britânicos criticaram duramente a postura de Rogers, acusando-a de promover teorias da conspiração e memes associados à extrema-direita. O episódio destaca uma tensão diplomática crescente, uma vez que a autoridade americana tem mantido um histórico de críticas frequentes às democracias liberais europeias. A controvérsia também ganhou contornos mais graves após Rogers citar incidentes específicos, como o caso de Henry Nowak, em um discurso que gerou forte reação de legisladores locais preocupados com a desinformação vinda de representantes do governo Trump.
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