Custos elevados de tratamentos para emagrecimento levam companhias a limitar o acesso aos medicamentos GLP-1 em planos de saúde corporativos.
A popularização dos medicamentos GLP-1 para emagrecimento tem gerado um desafio financeiro para o setor corporativo nos Estados Unidos. Embora houvesse a expectativa de que as novas versões em comprimidos reduzissem os custos, os valores permanecem elevados, equiparando-se aos das opções injetáveis. Diante desse cenário, muitas empresas estão revisando seus planos de saúde, restringindo a elegibilidade através de critérios mais rígidos, como o aumento do IMC mínimo exigido, ou planejando o encerramento total da cobertura até 2027. A incerteza sobre a adesão de longo prazo dos pacientes e o alto impacto financeiro, que pode chegar a US$ 1.350 mensais por pessoa, são os principais fatores que motivam a decisão. Paralelamente, o governo federal anunciou que o Medicare passará a disponibilizar esses tratamentos por preços reduzidos a partir de julho, alterando a dinâmica de acesso ao mercado.
26 jun, 05:32
23 jun, 06:34
11 jun, 11:02
8 jun, 14:33
27 mai, 01:34
Carregando comentários...