O banco digital lida com processo sobre transparência no IPO e apuração de descontos indevidos em salários de servidores do Distrito Federal.
O PicPay atravessa um momento de instabilidade institucional e financeira, pressionado por uma class action nos Estados Unidos e uma investigação do Ministério Público. O processo judicial alega que a empresa omitiu informações cruciais sobre a qualidade de sua carteira de crédito no prospecto de seu IPO. Simultaneamente, o CEO Eduardo Chedid é investigado por supostos descontos indevidos em antecipações salariais de servidores do Distrito Federal. A fintech nega qualquer irregularidade, justificando as mudanças na carteira de crédito como ajustes metodológicos exigidos pelo Banco Central e defendendo a transparência de seus produtos financeiros. O cenário de incertezas, somado a desafios macroeconômicos, reflete diretamente no desempenho da empresa na bolsa, onde os papéis acumulam uma desvalorização de 50% em relação ao preço inicial de oferta.
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