Relatório aponta o Brasil entre os países mais visados por hackers no setor financeiro, com destaque para grupos locais e espionagem estatal.
O Brasil consolidou-se como um dos principais alvos globais de ataques cibernéticos contra instituições financeiras em 2026, segundo dados da CrowdStrike. O cenário é impulsionado pela sofisticação de quadrilhas locais, como o grupo PLUMP SPIDER, que utiliza técnicas de engenharia social e phishing, e pela atuação de grupos de espionagem estatal, como o chinês HOLLOW PANDA, focado em inteligência econômica. Além de ser um alvo frequente, o país atua como um hub estratégico no mercado clandestino de venda de credenciais de acesso inicial, o que amplia os riscos para o setor bancário. Diante da crescente ameaça, especialistas recomendam que as empresas brasileiras abandonem a tradicional proteção de perímetro e adotem estratégias de defesa de identidade mais robustas para mitigar vulnerabilidades e prevenir invasões em larga escala.
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