Relatório do JPMorgan indica que a evolução da inteligência artificial torna ataques cibernéticos a principal ameaça sistêmica ao setor bancário global.
Um novo relatório do JPMorgan posiciona os ciberataques como um risco sistêmico superior ao risco de crédito para os bancos globais. Segundo a instituição, o avanço acelerado da inteligência artificial, exemplificado por modelos de fronteira, permite que agentes mal-intencionados explorem vulnerabilidades digitais com maior eficiência. Diante desse cenário, o banco sugere que as autoridades reguladoras incorporem simulações de corridas bancárias desencadeadas por falhas de segurança cibernética em seus testes de estresse anuais. Enquanto bancos nos Estados Unidos e na China demonstram maior resiliência devido a investimentos robustos em tecnologia, instituições europeias enfrentam desafios maiores por orçamentos mais restritos. No cenário brasileiro, o setor bancário mantém a cibersegurança como prioridade absoluta, com aportes contínuos em TIC e ferramentas de IA para mitigar ameaças emergentes e proteger o sistema financeiro nacional.
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