O país registrou queda de 23% nas novas instalações em 2025, sendo superado pela Alemanha no mercado internacional de energia fotovoltaica.
O setor de energia solar no Brasil enfrentou um recuo significativo em 2025, resultando na perda de posições no ranking global de capacidade instalada. Com a adição de 14,5 GWp, o país viu uma queda de 23% em relação ao volume do ano anterior, sendo superado pela Alemanha. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o desempenho foi impactado por desafios estruturais, como os cortes de geração, conhecidos como curtailment, além de custos de capital elevados e limitações na infraestrutura de transmissão. Para reverter o cenário e retomar o crescimento, entidades do setor defendem a implementação urgente de leilões focados em sistemas de armazenamento e a modernização tarifária. Apesar da desaceleração recente, a fonte solar permanece como um pilar estratégico da matriz energética nacional, somando mais de R$ 305 bilhões em investimentos acumulados desde 2012.
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