Estudo indica que mísseis DF-15B da China superam defesas aéreas modernas graças à tecnologia de manobra, rivalizando com projéteis hipersônicos.
Dados recentes derivados de conflitos no Irã sugerem que mísseis balísticos de curto alcance, como o modelo chinês DF-15B, mantêm alta capacidade de penetração contra defesas aéreas modernas. Segundo um estudo publicado na Ordnance Science and Technology, a integração de veículos de reentrada manobráveis (MRVs) permite que esses armamentos, mesmo sendo de gerações anteriores, executem trajetórias complexas que dificultam a interceptação. A análise aponta que a eficácia desses sistemas se aproxima da performance de projéteis hipersônicos, desafiando a percepção de que apenas tecnologias de ponta seriam capazes de superar escudos antimísseis atuais. O debate reforça a importância estratégica de manter e modernizar arsenais legados, que continuam a desempenhar um papel crucial em cenários de guerra contemporâneos ao oferecerem capacidades de ataque robustas e de baixo custo relativo.
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