O novo armamento chinês visa superar capacidades americanas e intensifica a disputa tecnológica no setor de defesa aérea.
A China avança no desenvolvimento do míssil ar-ar PL-16, projetado com um motor de foguete de empuxo variável que permite atingir alvos a distâncias superiores a 300 km. O projeto, que ainda não teve detalhes confirmados oficialmente, surge em um cenário de intensa corrida armamentista tecnológica com os Estados Unidos. O novo armamento é visto como uma resposta direta aos programas de defesa americanos, especificamente ao desenvolvimento do míssil AIM-260, cuja data de entrada em serviço permanece incerta. A relevância estratégica deste avanço é elevada, dado que o modelo anterior, o PL-15, já era considerado por autoridades dos EUA como um fator determinante para a necessidade de modernização dos sistemas de combate aéreo ocidentais. A disputa reflete a busca contínua por superioridade tecnológica no teatro de operações global.
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