Especialistas apontam que mulheres devem controlar 55% da riqueza global até 2030, assumindo papéis decisórios em family offices.
O cenário de gestão de fortunas familiares passa por uma transformação estrutural com a ascensão feminina em cargos de liderança. Segundo Dawn Nordberg, do Citi Wealth, as mulheres estão deixando de ocupar posições secundárias como beneficiárias para assumir o controle direto das decisões de investimento em family offices. Essa mudança é catalisada pela grande transferência de riqueza, um movimento global de sucessão patrimonial que está redefinindo o comando de capitais privados. A tendência reflete uma alteração significativa na governança financeira, com projeções indicando que as mulheres deterão 55% da riqueza global até 2030. Esse novo perfil de gestão promete influenciar as estratégias de alocação de ativos e os objetivos de longo prazo dessas organizações, consolidando uma participação mais ativa e estratégica do público feminino no setor de wealth management.
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