Brasil abrirá sua primeira aduana na Ásia em Pequim
O governo brasileiro instalará uma unidade da Receita Federal na China para agilizar o comércio bilateral e reduzir a burocracia nas exportações.
Pontos principais
- A nova aduana em Pequim permitirá a realização de inspeções de produtos diretamente na origem.
- O comércio entre Brasil e China alcançou o recorde de US$ 171 bilhões em 2025.
- A iniciativa ocorre em meio a tensões comerciais com os EUA devido à política tarifária de Donald Trump.
- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciará o representante oficial durante viagem à China.
- A agenda bilateral inclui discussões sobre Panda Bonds e investimentos em transformação ecológica.
O governo brasileiro anunciou a abertura de sua primeira aduana na Ásia, que será sediada em Pequim. A iniciativa da Receita Federal visa desburocratizar os processos de exportação e permitir que inspeções de produtos brasileiros sejam realizadas diretamente na origem, facilitando o fluxo de mercadorias. A medida ganha relevância em um momento de recorde nas trocas comerciais entre os dois países, que somaram US$ 171 bilhões em 2025, superando significativamente o volume negociado com os Estados Unidos. O movimento ocorre em um cenário de tensões comerciais globais, exacerbadas pela política tarifária adotada pelo presidente Donald Trump. Durante viagem oficial à China, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, deve oficializar o nome do responsável pela representação, além de debater a ampliação de instrumentos financeiros, como os Panda Bonds, e o fomento a projetos de transformação ecológica.
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