A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro absorveu 30 profissionais que haviam sido desligados do Poder Executivo estadual desde abril.
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) oficializou a nomeação de 30 servidores que foram exonerados pelo governador interino Ricardo Couto desde abril de 2026. A decisão de absorver esses profissionais, que anteriormente ocupavam cargos no Poder Executivo estadual, tem gerado repercussão no cenário político fluminense. Analistas apontam que o movimento reflete uma articulação direta entre o Legislativo e o Executivo, levantando questionamentos sobre a independência entre os poderes e os critérios utilizados para a gestão de pessoal na administração pública estadual. A medida ocorre em um momento de instabilidade política no Rio de Janeiro, onde a movimentação de cargos comissionados é frequentemente utilizada como termômetro para as relações entre o Palácio Guanabara e a Assembleia, evidenciando as tensões e as negociações de bastidores que marcam a atual gestão interina.
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