Líder do One Nation afirmou que licença-parental quebraria pequenas empresas, ignorando que o pagamento não é obrigatório para empregadores.
A líder do partido australiano One Nation, Pauline Hanson, gerou controvérsia ao declarar que as políticas de licença-parental poderiam levar pequenas empresas à falência devido aos custos operacionais. A afirmação foi prontamente rebatida por membros do Partido Trabalhista, que apontaram um equívoco fundamental na análise da senadora: na Austrália, não existe uma exigência legal que obrigue os empregadores a arcar com o pagamento de salários durante o período de afastamento dos funcionários. Atualmente, o sistema garante 12 meses de licença não remunerada, sendo que a remuneração adicional é oferecida de forma voluntária por parte das empresas ou através de auxílios estatais. Hanson esclareceu posteriormente que sua preocupação não envolve a extinção dos benefícios financiados pelos contribuintes, mas o debate reacendeu discussões sobre o impacto das políticas trabalhistas no setor privado e a precisão das informações debatidas no cenário político.
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