Fintech refuta rumores de aquisição de ativos da gestora Arandu, que é alvo de investigações criminais por suposta lavagem de dinheiro.
A fintech QI Tech veio a público para negar rumores de mercado que a associavam à compra de uma carteira de R$ 500 milhões pertencente à gestora Arandu. A Arandu, que sucedeu a Reag, está no centro de investigações criminais, incluindo a Operação Carbono Oculto, que apura suposto envolvimento com lavagem de dinheiro de facções criminosas. O caso ganha relevância devido à origem de parte dos ativos, vinculados a operações de consignado do Banco Master, instituição também alvo de apurações na Operação Compliance Zero. Analistas do setor financeiro destacam que o episódio sublinha os desafios de governança e os riscos jurídicos crescentes para empresas de tecnologia financeira, especialmente após a expansão da QI Tech no segmento de custódia de FIDCs com a compra da Singulare Corretora em 2024. Precedentes do TJSP indicam que a responsabilidade por operações de terceiros pode gerar impactos significativos para o setor.
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